Principal - Ozônio
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O ozônio foi relatado pela primeira vez em 1840 pelo químico alemão C.F. SCHONBEIN (1799 – 1868), que determinou que o odor produzido durante a formação de faíscas era causado por um componente desconhecido que ele chamou de ozônio, do grego ozein (cheirar). Porém, apenas 20 anos depois se descobriu que a nova substância era na verdade uma forma alotrópica do oxigênio. Em 1856, Thomas Andrews demonstrou que o ozônio era formado apenas por oxigênio e em 1863 Soret estabeleceu a relação entre oxigênio e ozônio descobrindo que 3 volumes de oxigênio forma 2 volumes de ozônio.

Em 1857, Von Siemens desenvolveu o primeiro gerador de ozônio industrial, que era baseado em descargas de corona. A geração de ozônio envolve a formação intermediária de radicais de oxigênio atômico, que podem reagir com o oxigênio molecular.

Todos os processos capazes de dissociar o oxigênio molecular em radicais de oxigênio são reações potenciais de formação de ozônio. O Ozônio é uma substância instável que espontaneamente decompõe-se em oxigênio. É um agente oxidante forte, capaz de participar de muitas reações químicas com substâncias orgânicas e inorgânicas. Comercialmente, ozônio tem sido aplicado na purificação de água potável, como desinfetante em tratamento de efluentes e no clareamento de fibras naturais (Ullmann’s, 1991).

Com a demanda crescente por novas tecnologias capazes de tratar a água a níveis de maior exigência e com o mínimo de impactos ao meio ambiente, o ozônio tem se mostrado viável e tido grande aceitação. Isso justifica o interesse em trazer essa tecnologia, amplamente difundida na Europa e EUA, para o mercado brasileiro.

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